

por Felipe Bigliazzi
De cereal ? De açucar? De chocolate?
Vem se falando muito sobre as "Barras-não-bravas brasileiras". É fato que as torcidas organizadas ficaram nos anos 90, já que o Efeito Fernando Capez foi terrível.
Não se pode mais ir ao estádio de cueca porque é perigoso que a cueca seja inflamável e pegue fogo. Claro que isso é uma ironia. Mas uma ironia mesmo, se faz com o torcedor paulista por naõ poder ir ao estádio para fazer festa (levar bandeiras , faixas, bandeirões, papel picado, etc). E ainda ter que escutar tolices por parte dos jornalistas e mandatários do futebol de São Paulo que jamais estiveram em uma arquibancada, e que ao não conseguir solucionar os porblemas da violência no futebol, puniram o torcedor comum, e não o violento.
Torcedor comum que se irritou ao ver o negócio das organizadas ultrapassando a paixão pelo time de coração. A torcida Independente, por exemplo, canta mais os seus próprios cantos do que os dedicados ao clube. Além da falta de criatividade em fazer novas canções, existe também a falta de organização, entre outras coisas. Apesar de estas torcidas se denominarem organizadas.
O resultado de toda essa incompetência, é a criação de novas torcidas. No último sábado (São Paulo x Vasco) foi a estréia da Torcida Geral Tricolor. Podemos dizer que foi aceitável , pois haviam poucos torcedores que sabiam da idéia principal que é cantar os 90 minutos, e ainda mais forte quando o jogo está difícil. Mais uma vez, a polícia não colaborou, proibiu a entrada dos bumbos, tirantes e papeis (alguns entraram escondidos).
Até as torcidas que ainda estão engatinhando já são punidas pelos Senhores Capez, Marinho, Cerpa e la re puta madre que lo pario...(diriam os verdadeiros barrabravas argentinos).